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O novo Mazda 3 concede sensações mais intensas em cada um dos cinco sentidos

A globalização tem destas coisas! Aparece um novo automóvel que é vendido nos vários pontos do globo, numa altura em que as específicidades de cada continente, definem a silhueta da carroçaria e configurações de equipamentos. Por via do WLTP – Worldwide Harmonised Light Vehicle Test Procedure, mudam os motores a gasolina e gasóleo, mas sem utilizarem “adBlue” ou filtro de partículas. No entanto, ao olhar para os novos Mazda 3 percebemos duas coisas: só estão disponíveis as carroçarias “sedan” e “hatchback” de quatro e cinco portas; e só existem dois níveis de equipamento, os Evolve e Excellence. Face a estas especificações e se pensarmos no mercado nacional, onde os SUV têm registado crescente procura, e as carrinhas continuam a dominar o segmento dos familiares médios que rondam os quatro metros e meio, os novos “hatchback” de cinco portas (4.460 mm) e o “sedan” de quatro portas (4.660 mm) até nem estão fora dos parâmetros. Todavia e numa primeira análise – em abstracto – os motores a gasolina com 2.0 litros e a gasóleo com 1.8 litros, podem dar a impressão de estarem alinhados/preparados para uma realidade internacional, ou destinados a países onde os impostos não paguem taxa, como acontece com o caso português. Com transmisões manuais ou automatizadas, os novos Mazda 3 estão a chegar. Os cinco portas em Março e os quatro portas em Junho. Quanto a valores e sem despesas administrativas, estes oscilam entre os 26.809 € do Evolve a gasolina com transmissão manual, aos 38.364 € de um Excellence automático a Diesel.