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A modularidade/volumetria, os bons acessos ao habitáculo e os espaços para arrumos são alguns dos pontos fortes no Qashqai.

Um dos modelos de sucesso no mercado dos SUV tem sido o Qashqai. A traseira tipo ‘rabinho de bébé’ e a facilidade de condução, começou por cativar um público feminino. As boas cotas de acessos e habitabilidade, a par de uma boa bagageira e modularidade no habitáculo, grangearam a atenção de quem procura uma solução familiar. A navegação 3D, o “traffic premium da TomTom” e sistemas como os “Apple CarPlay e Android Auto” despertam o interesse dos mais jovens.

Com menos de quatro metros e meio de comprimento (4.394 mm) o Qashqai concede uma bagageira de 430 litros (401 com roda de reserva) e mediante rebatimento dos assentos traseiros, a volumetria chega aos 1.598 litros. Em termos de pesos e consoante versões, estes rondam os 1.400 kg enquanto o peso rebocável com travões chega aos 1.500 kg. No tocante a preços estes estão balizados entre os 26.800 € para o novo motor a gasolina de 140 cv, e os 45.300 € do Tekna 4×4 dotado do novo 1.7 DCi de 150 cv com transmissão DCT. Tudo sob a bitola da classe 1 e aliciantes campanhas comerciais.

 

preço-base

isv

iva

despesas

pvp

iuc

21.594,49

15.235,08

8.470,73

45.300,00

181,25

 

Uma boa posição de condução e ergonomia, aliam-se ao conforto de condução nesta versão DCT sem pedal de embraiagem

Como em equipa ganhadora não se mexe e em termos estruturais, os japoneses mantiveram algumas soluções de sucesso como os seis “airbag” (frontais, laterais e de cortina), o “isofix” na segunda fila de assentos, os sistemas integrados ABS+EBD+ESP para travagem e estabilidade, e os controlos de estabilidade da carroçaria e respectiva trajectória. A visualização 360º e os itens do NissanConnect, têm o suporte do visor central de 7”, enquanto um de 5” é disponibilizado no espaço da instrumentação, accionada por comandos satélite no volante, no qual também encontramos os comandos do acelerador automático adaptativo e limitador de velocidade.

Aos comandos do novo 1.7 Dci, uma das primeiras impressões tem a ver com as melhores reprises e acelerações, conseguidas logo acima das 1.000 rpm. Entre estas e as 2.000 rpm encontramos uma ampla faixa de utilização, que beneficiam a boa insonorização e a quase ausência de vibrações no habitáculo deste Qashqai. Todavia, o ‘segredo’ melhor guardado está transmissão automatizada (DCT). Bem escalonada e com agradável suavidade na actuação, a transmissão de sete relações, concede agradáveis andamentos e selecção manual mediante sequência conseguida no selector que, em nossa opinião, podia ser mais curto face às funções a que se destina. Nnum breve contacto ao volante, num percurso misto (AE+EN+Urbano) obtivémos um consumo de 7,0 litros/100 km à média de 42,0 km/h. Para um bom comportamento dinâmico, contribuem as suspensões e o sistema de travagem, ambos eficientes e equilibrados em diversas situações. Em relação ao “Adblue” (32,5% de Ureia + 67,5 de água ionizada) o consumo ronda os 2 a 5% do consumo de combustível, estando prevista a reposição a cada operação de manutenção programada.

Gostámos – Gostámos +
– Visibilidade posterior – Conforto de rolamento

– Equipamento de série e segurança activa

– Comportamento dinâmico

– Habitabilidade/modularidade no interior

– Economia de combustível/autonomia

Características técnicas

Nissan Qashqai Tekna 4×4 DCT 1.7 DCi
motor 4 cil-16V, 1.749 cc, conduta comum, turbo, SCR+AdBlue
potência kW(cv)/rpm 110,0 (150,0)/3.500
binário Nm (kgm)/rpm 340 (33,4)/1.750
transmissão automatizada, de sete relações
jantes – pneus 19” – 225/45 R 19

Nissan Qashqai com dois pedais