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O modelo da conquista

Em termos estéticos, o Pulsar da Nissan segue as tendências actuais, que dão prioridade à imagem de marca, em detrimento da individualização do estilo. A nova proposta familiar da marca japonesa, é moderna sem conseguir ser original. Aliás, visto de frente, o Pulsar é mais facilmente identificado como um Nissan do que pelo modelo em si.

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No interior e mediante rebatimento dos assentos, a volumetria pode aumentar 1.000 litros

No interior, a habitabilidade é um dos pontos em destaque, quer no que diz respeito ao espaço disponível para quem conduz e passageiros, seja pela análise das cotas ao nível dos ombros ou pernas. A modularidade da bagageira – que pode passar de 385 para 1.385 litros – e a facilidade com que se rebatem os assentos posteriores, é outro dos pontos agradáveis de usufruir. O mesmo acontece com o equipamento de série, no qual destacamos o sistema 360 (consoante versões) que permite visualizar todo o automóvel, cujo visor 119413_1_5central se pode transformar em TV – ou seja Também Vê quando se engrena a marcha-atrás. No entanto, não podemos deixar de sublinhar que o Visia já disponibiliza seis “airbags”, ABS+EBD+ESP, acelerador automático com limitador de velocidade, visor de 5”, rádio+CD com conectividade (Bluetooth) ar condicionado e comando eléctrico para os elevadores dos vidros.

 O silêncio do gasolina 115

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Espaço, habitabilidade e performances do 1.2 a gasolina, são atributos de que gostámos no Pulsar

Para os que se recordam do número de emergência nacional (actual 112) o Pulsar da Nissan, pode ser visto como tal e sem qualquer perversidade. Vejamos então as razões! Do quatro cilindros a gasolina, a marca japonesa consegue retirar 115 cv/4.500 rpm habilmente distribuídos por uma transmissão de seis relações. Para um familiar perto dos quatro metros e meio, a habitabilidade e o conforto de rolamento, são muito agradáveis e só as reprises, nos deixaram a pensar… no Diesel.  Nas acelerações chega a surpreender (10,7 seg 0-100 km/h) enquanto nos consumos, obtivémos à média de 52 km/h uns expressivos 6,8 l/100 km. Nos números mais importantes, os valores oscilam entre os 18 a 27.000 € contando com equipamentos de série que nos captam a atenção, como o controlo de estabilidade, visão 360º ou detecção de objectos em movimento, entre outros. O Nissan Assistance Portugal e campanhas promocionais, compõem o ramalhete, quando se trata de analisar o novo Pulsar da Nissan 1.2 DIG-T. No modelo que conduzimos, gostaríamos de ter encontrado os sensores de estacionamento, em especial na traseira. As dimensões do automóvel e os ângulos de visibilidade, limitam a visibilidade para trás. Gostámos dos restantes ângulos, incluíndo o de 3/4 traseiro, já que a sair dos estacionamentos em espinha, aquela janela de forma triangulada é muito útil.

A economia do Diesel de 110

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Num Diesel melhor filtrado das vibrações do que do ruído, destacamos as economias de aquisição e utilização

Apesar de ter o mais recente e potente 1.6 à disposição, a Nissan optou pelo 1.5 (1.461 cc) de 81 kW (110 cv) acoplado à transmissão manual de seis relações. Depois de conduzir e saborear o silêncio de rolamento do gasolina, no Pulsar Diesel, cedo percebemos que a filtragem do quatro cilindros a gasóleo, é bem mais eficiente nas vibrações do que no ruído.  Face à versão a gasolina , o gasóleo concede um equilíbrio mais agradável entre as acelerações e reprises, enquanto nos consumos de combustível e à média de 55 km/h, conseguimos chegar aos 4,9 litros/100 km.

No tocante ao equipamento de série, o Acenta já nos concede o automatismo das luzes e sensores de chuva, um prático botão para arrancar ou parar o motor, enquanto a chave fica no bolso e para abrir ou fechar as portas, basta premir um botão junto ao puxador. E desde que não deixe ninguém conduzir e dar uma volta no automóvel com a chave no seu bolso… não terá surpresas… ou que ir buscar o Pulsar no sítio onde o automóvel foi desligado. A maior parte destes sistemas, só permite arrancar com o motor se o comando estiver na proximidade, mas depois o motor funciona, até que o desliguem. Ah pois é, não se vai querer esquecer do comando.