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Desde a introdução dos testes de embate Euro NCAP em 1997, e de acordo com o relatório da ETSC PIN de 2016 -http://etsc.eu/10th-annual-road-safety-performance-index-pin-report/ graças a estes “crash test” foi possível salvar 78.000 vidas. No historial, ficam 1.800 automóveis testados, criadas 630 referências de segurança, e 160 milhões de euros investidos nos testes (o valor não inclui o custo dos automóveis, agregados e consumíveis). Logo nos primeiros testes e nos modelos mais populares, foi possível detectar graves falhas de segurança passiva – ou seja os danos verificados quando ocorre o acidente. Volvidos 20 anos o panorama é muito diferente, e em cada 10 automóveis vendidos no mercado europeu, nove são testados no Euro NCAP. Em 1977 as tecnologias para evitar e minimizar os efeitos de um acidente, eram quase inexistentes. A título de exemplo, podemos apontar os “airbags” ou o controlo de estabilidade ESP, hoje de série nos modelos vendidos nos mercados europeus. O próximo passo aponta para a integração nos testes, dos sistemas que evitem embates com ciclistas ou peões, sistemas que algumas marcas já disponibilizam. No futuro, os testes de embate terão um conceito e metodologias mais alargados, o que significa envolver os sistemas de controlo de tráfego.