Download PDF

A cerveja Sagres sem álcool, a Brisa e a Galp, em associação com a Prevenção Rodoviária Portuguesa apresentaram, em conferência de imprensa, uma acção inovadora de sensibilização para um consumo moderado e responsável de bebidas alcoólicas, promovendo uma condução segura. Sob o mote – Aprecie a Condução sem álcool – a campanha decorrerá de 22 de Dezembro a 02 de Janeiro e terá forte incidência no período do Natal e Fim-de-Ano. A acção será implementada nas áreas de serviço de Aveiras e Pombal na A1, e Alcácer na A2, em ambos os sentidos. Numa época de maior fluxo de tráfego rodoviário, esta iniciativa reforça o compromisso das quatro entidades organizadoras da campanha para promover a adopção de comportamentos prudentes ao volante, sensibilizando os condutores para uma condução segura sem álcool.

Procurando elevar a experiência/demonstração dos efeitos e consequências de um consumo abusivo de bebidas alcoólicas, a campanha inclui um percurso traçado nas áreas de restauração das áreas de serviço, que deve ser percorrido usando uns óculos que simulam a visão de uma pessoa com cerca de 0,8g/l de álcool no sangue. Desta forma e por experiência directa, percebem-se os efeitos de uma condução com aquela taxa de alcoolémia. Nas lojas Galp, das mesmas áreas de serviço, será possível ter contacto com a campanha e degustar Sagres sem álcool.

Para o presidente do conselho de direcção da PRP: A dimensão da sinistralidade rodoviária derivada da influência do álcool é brutal. Nos últimos anos, cerca de 1 em cada 3 condutores e 1 em cada 5 peões mortos em acidentes rodoviários, tinham taxas de alcoolemia iguais ou superiores a 0,5 g/l, ou seja, tinham o seu comportamento influenciado pelo álcool. Como consequência destes comportamentos de risco, há ainda que pensar nas vítimas que, indirectamente, se viram envolvidas nestas situações. Torna-se assim absolutamente essencial não só educar, como também legislar, fiscalizar, punir e tratar as dependências como medidas para salvar, anualmente, centenas de vidas e evitar milhares de feridos, frisou José Miguel Trigoso.