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O Prius da Toyota foi renovado. No entanto, ficámos com a impressão de que os japoneses seguiram aquela máxima de que, em equipa ganhadora não se mexe. A motorização, continua a cargo do 1.8 a gasolina, ao qual se junta o motor eléctrico. A gestão deste híbrido, aparece de forma diferente e mais intuitiva para quem lê. Para os que gostam de estar inteirados sobre os resultados da condução, condições da bateria, ou indicadores da viagem, continua a existir informação, agora acrescida de algumas funções de conectividade. E para quem se esqueceu de carregar o “smartphone” ou utiliza este aparelho de forma intensiva, existe a possibilidade do carregar por indução.

 

Aos comandos, há uma diferença de vulto. Apesar de terem mantido a transmissão CVT, os nipónicos melhoraram e muito, as impressões para quem se sentar ao volante. A resposta do acelerador é muito mais rápida, e quase desapareceu aquele ruído característico dos CVT da anterior geração. Além disso, o Prius está mais silencioso e melhor filtrado no tocante às vibrações da mecânica. No entanto, não demos conta de grande evolução no que diz respeito à filtragem das irregularidades do piso. Como acontece com quase todos os automóveis pró-ambiente, a dinâmica é relegada para segundo ou terceiro plano, quando as prioridades são a funcionalidade e o impacte ambiental. Num breve contacto ao volante, chegámos à média de 5,1 litros/100 km à média de 50,0 km/h no habitual circuito misto (AE+EN+Urbano).