Download PDF

2969749465231981a511efPor entre a escolha dos SUV da Hyundai, o ix 35 declina em três motorizações, sendo a mais interessante a 1.7 CRDi de 114 cv, disponível na configuração 4×2 que é classe 1 nas portagens. Ou classe 2 se não tiver o cartão que o identifica como 1. Como existe a escolha 4×4 (apenas nos 2.0 litros) e estes são considerados classe 2, em caso de dúvida, a Lusoponte assume que os ix 35 são todos classe 2. Assim sendo, mesmo que circule num 4×2 que é classe 1, tem que o comprovar, mediante o tal cartão, passado e ‘certificado’ pelas entidades que cobram portagens. Ter a via verde é outra alternativa.

Como acontece com a generalidade deste tipo de veículos, a acessibilidade ao interior é boa, e com facilidade, encontrámos uma boa posição de condução. Em termos de visibilidade, é boa para a frente, mas para a traseira, a forma dos pilares ‘C’ onde encaixa o óculo traseiro e os encostos de cabeça dos assentos traseiros, diminuem os ângulos de visibilidade, situação colmatada através do “pack tecno” (1.400 €) que inclui, amplificador+woofer, navegação com visor táctil 4,3” e camera que projecta as imagens para o visor colocado no centro do painel. Ainda nos opcionais, apreciámos a existência do “pack conforto e segurança” (900 €) composto por sensores de estacionamento (frente+atrás) painel “supervision” com regulação de luminosidade, e monitorização da pressão dos pneus. Quanto a preços, os p.v.p estão entre os 29 e 34.370 €.

Fácil de conduzir e com boa acessibilidade, o ix 35 concede boa modularidade no interior e agradável funcionalidade.

Aos comandos do ix 35, constatámos que o 1.7 CRDi não concede as prestações mais entusiasmantes, quer nas acelerações como nas reprises. Este Hyundai está claramente orientado para uma utilização tranquila, tirando partido de uma transmissão manual de seis relações, na qual gostámos mais da eficiência do que do manuseamento. Fácil de conduzir, o ix 35 concede um satisfatório comportamento dinâmico e algum conforto de rolamento, apenas beliscado no capítulo das suspensões, em especial nos pisos mais degradados.

No interior, gostámos da qualidade dos materiais empregues e da boa finalização, e apreciámos a modularidade da bagageira, que permite passar dos 465 aos 1.436 litros. Uma nota positiva para os espaços dedicados a arrumos. No tocante a outros números importantes, em percurso misto (urbano+estrada+auto-estrada) chegámos aos 6,8 litros/100 km à média de 56,0 km/h.