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A sedução pela estética

Clicar para começar e parar a reprodução das imagensVisto por fora tem linhas invulgares. Olhado por dentro concede funções inovadoras. Através do 1.5 DCi de 110 cv, este 4X2 torna a condução divertida, em especial quando se podem alterar as performances do motor, tanto na orientação da economia de combustível, como na procura de um pouco mais de agilidade. No que diz respeito aos preços, estes começam um pouco acima dos 22.000 euros, mas quando se vai abastecer, constata-se que os consumos médios rondam os 6,0/100 km.

Linhas singulares

Um dos modelos Nissan que conquistou mercado pela singularidade e suavidade das linhas é o Juke. A aposta numa mudança radical em termos estéticos, tanto no exterior como no interior, revelou-se de sucesso, ainda que na própria marca, a presença do Qashqai, não facilite as coisas. Com acessibilidade e habitabilidade condicionadas pela estética – face a um condutor com 1,80 m – o Juke concede uma boa posição de condução e piores ângulos de visibilidade para o exterior em relação ao Qashqai, em especial quando analisamos a visibilidade para a traseira. No entanto, por ser mais leve (- 230 kg) e mais curto (- 180 mm) face ao Qashqai, o Juke concede melhor manobrabilidade, apesar de precisar de um pouco mais (10,7 metros) no diâmetro de viragem. A bagageira e o depósito de combustível são bastante mais pequenos face ao Qashqai e em termos de modularidade interior, esta é satisfatória no Juke, que tem na habitabilidade traseira um dos pontos de que gostámos menos.

Diesel ou Otto

O 1.5 DCi traduz a utilização económica numa gama de versões onde encontramos muitos motores a gasolina. Este Diesel começa por ser um pouco mais ruidoso, mas constatámos que em termos de vibrações, os japoneses trataram bem do assunto. Aliás, o interior e a posição de condução do Juke, foram dois itens bem cuidados. O resultado: este Juke é divertido de conduzir em especial quando confere a possibilidade de alterar as performances do motor de 110 cv. Mediante a escolha de mais economia ou melhor performance, a transmissão manual de seis relações, concede um agradável andamento e sem grandes acelerações ou reprises, concede andamentos agradáveis. Num brave contacto ao volante e em vários trajectos – maioritariamente em estrada, chegámos aos 6,6 l/100 km à média de 57 km/h,

Gostámos Mais

  • Condução divertida
  • Sistemas de segurança
  • Comportamento dinâmico
  • Economia de utilização
  • Modularidade interior/Acessos

Gostámos Menos

  • Habitabilidade traseira
Modelo/VersãoNissan Juke 1.6 DCi
Potência81 kW (110 cv)
Binário240 Nm (23,5 kgm)/
ConsumosUrb:5,9; Ext-urb:4,3; Combi:4,9 l/100 km
CO2129 g/km
Médias6,6 L/100 km a 57,0 km/h