Download PDF

Realizado no passado mês de Março pela Arval Mobility Observatory, o barómetro anual analisou 4.000 empresas frotistas, 300 das quais em território nacional

WLTP altera perfil das frotas

A chegada das novas homologações WLTP para consumos e emissões e discussão pública sobre os Diesel são factores determinantes nas empresas portuguesas, que assumem apostar nas energias alternativas ou menos emissões de CO2. Os gestores de frotas portugueses, estão atentos à necessidade de mudança nas frotas devido ao impacto de factores externos que acompanham a tendência europeia. Estas as conclusões do Barómetro 2019 do Arval Mobility Observatory,  realizado em Março a mais de 4.000 empresas, das quais 300 em Portugal. Visa fornecer informações independentes e precisas sobre a mobilidade nas empresas, partilhar a opinião dos empresários com todos os tipos de públicos – empresas de qualquer dimensão, empresários em nome individual, indivíduos, fabricantes de automóveis, organismos públicos, estudantes e outros.

 

Este barómetro aponta para que 24% das empresas escolham marcas e modelos com menores emissões de CO2; 21% das empresas adiram às energias alternativas; e 19% planeia procurar marcas e modelos com menor impacto fiscal.

Mais de metade das empresas portuguesas afirmam que o novo procedimento de medição de consumos de combustível e de emissões de CO2(WLTP) já tem, ou terá no futuro, impacto nas suas frotas (58%). Se isolarmos apenas a percentagem de empresas que confirmam e já verificaram, um impacto nas suas frotas devido ao WLTP, é perceptível que, na totalidade, 19% das empresas portuguesas já sentiram os efeitos destas medidas. O barómetro mostra também que em Portugal a percentagem de empresas que já foi ou será afetada pelo WLTP é 11% superior à média europeia, onde esta medida afecta também uma percentagem de 47% das empresas. No entanto, é importante destacar que esta preocupação é claramente superior em empresas com frotas automóveis maiores (mais de 10 viaturas).

Este observatório demonstra que é indiscutível que as empresas portuguesas estão a tomar medidas para se adaptarem a esta nova realidade. De facto, esta transformação está patente também a nível europeu. Contudo, evidencia também que as opções escolhidas pelos gestores de frotas portugueses são variadas. Quando questionadas sobre o tipo de medidas que estão mais inclinados a seguir para alterar a sua política de frota, verifica-se que 24% das empresas tencionam escolher marcas e modelos com menores emissões de CO2; 21% das empresas optará por energias alternativas; e, por fim, 19% planeia procurar marcas e modelos com menor impacto fiscal.

WLTP altera perfis das frotas