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Novidade para mais gente

Clicar para começar e parar a reprodução das imagensApesar de terem mantido a designação, os japoneses criaram um novo automóvel. Nas dimensões, cresceu em todas as cotas, tanto por fora como no habitáculo. Nos agregados mecânicos, passou a ter mais escolhas, dentre as quais destacamos a Hybrid e o Diesel de 90 cv que conduzimos. Nos equipamentos, há mais por onde escolher, e como é evidente, o mesmo acontece com os preços.


Marca ou modelo

Se por um lado é verdade que perpetuar a mesma designação, ajuda a consolidar a imagem de um modelo. Por outro lado, também se constata, que nem sempre é justo manter a identificação. No caso do Yaris, e em nossa opinião, é isso que se passa. Este modelo da Toyota, cresceu nas dimensões exteriores, aumentou nas cotas de habitabilidade, passou a ter uma versão híbrida, o Diesel conta com 90 cv, e no tocante a preços, algumas versões chegam a fazer sombra aos preços do Aygo. Outro Toyota que mudou – e muito – mas manteve a designação.
Em termos estéticos, achamos que a evolução do Yaris foi no sentido de se tornar mais parecido com outros modelos da gama, como o Pruis ou Auris, sendo que em termos de dimensões, se aproxima muito mais deste último. Por outras palavras, achamos que o reposicionamento do Yaris foi bem conseguido. E a evolução, foi além da estética ou da imagem de marca.

Mais do que a imagem

Basta entrar no Yaris para perceber o que mudou! Os materiais empregues e a finalização, transmitem um cuidado e um refinamento a que a marca japonesa nos habituou, ainda que num passado recente, a marca tenha passado por uma fase menos favorável no tocante às estórias que, de uma maneira ou de outra, contribuem para a história. E esta, tanto entre nós como no mercado global, tem um peso notável. Neste novo Yaris, gostámos de uma outra conjugação que nos parece importante para o sucesso do automóvel. Ao analisar as diversas versões (motorizações/equipamentos) constatamos que podemos encontrar, desde o modelo mais tradicional no aspecto, ao mais convivial e moderno nas configurações. Nas carroçarias, a escolha das três ou cinco portas, enquanto os preços estão balizados entre os 13 e os 22.000 euros. E não falta a versão Bizz, na qual se pode optar pelo AC (820 €).

Aos comandos

O acesso ao interior do Yaris, a habitabilidade e a volumetria da bagageira (286 litros) são itens que nos agradaram, e o mesmo acontece com o posicionamento dos comandos e painéis informativos. No painel de instrumentos, a leitura é fácil e existem agora mais algumas informações, tanto em termos de utilização do automóvel como dados de viagem. A condução está mais refinada e a relação da direcção, que permite pouco mais de duas voltas ao volante, concede uma primeira impressão de que o Yaris vira pouco. No entanto, uma análise aos diâmetros de viragem e alguma habituação, cedo dissipam essa impressão, e colocam o modelo japonês, numa posição intermédia face às demais propostas no mercado.
Na versão conduzida gostámos dos 90 cv do Diesel, e do escalonamento da transmissão manual de seis relações. Num breve contacto ao volante e com média de 32 km/h, chegámos aos 5,4 litros/100 km num trajecto misto, com muita utilização citadina.
Em resumo, o novo Yaris cresceu. Beneficia do aumento das dimensões e da possibilidade de podermos encontrar agregados mecânicos e equipamentos, até aqui disponibilizados noutros modelos de segmentos superiores. No que diz respeito aos preços e versões disponíveis, estas traduzem um alargamento das escolhas, apesar da designação ser a mesma.

Gostámos Mais

  • Habitabilidade e ergonomia
  • Condução e comandos
  • Conforto de rolamento
  • Economia de combustível
  • Escolha de versões

Gostámos Menos

  • Detalhes de finalização