Download PDF

Além das actualizações na conectividade, os grupos ópticos foram modernizados

Ao colocar no mercado o “crossover” cuja posição de condução é um pouco mais elevada face aos “sedan e hatchback”, a marca japonesa adoptou as siglas ‘H’ e ‘R’ que identificam a “high ride” ou seja uma posição de condução mais elevada. Nas dimensões e modularidade não existem alterações, com o C-HR a manter a cota de comprimento abaixo dos quatro metros e meio (4.390 mm) e o mesmo acontece com as largura (1.795 mm) e altura (1.565 mm). Na bagageira estão disponíveis 377 litros. As novidades indexadas à renovação do C-HR estão no painel de instrumentos, mediante um visor de 4,2” no qual se pode identificar o valor percentual da utilização híbrida, novos níveis de equipamento (Exclusive, Exclusive +, Luxury, Lounge e Premier Edition) e novos grupos ópticos na traseira e na frente onde encontramos uma grelha redesenhada. Na conectividade, destaque para o serviço de emergência “e-call”, integração do “smartphone” e presença do Apple Carplay e Android auto.

Valores em €

preço-base

isv

iva

despesas

pvp

iuc

25.033,86

2.112,98

6.243,66

804,67

34.195,17*

204,82

*inclui despesas administrativas e ecovalor

Financiamento em €

Entrada

Prazo

Km

Revisões

Docs

Pneus

Seguro

Renda €

0%

48 meses

100.000

sim

sim

sim

sim

500,93*

* iva incluído

 

Com bons acessos ao interior, o C-HR concede boa habitabilidade tanto nos lugares dianteiros como traseiros, enquanto na bagageira, a altura ao solo e a profundidade da bagageira podem dificultar (consoante estaturas) o manuseamento das bagagens. Ao volante e face ao anterior modelo, nos primeiros quilómetros, ficámos com a sensação de que o C-HR está mais silencioso e mais refinado na condução. Ambas as características se enfatizaram ao entrar numa garagem. O silêncio concedido através da utilização eléctrica, pré-seleccionada no modo EV é dos pontos agradáveis de ususfruir, e o mesmo acontece com a visualização 360º, apresentada no novo visor central (TFT de 4,2”). No tocante à solução híbrida, o 1.8 a gasolina está bastante mais eficiente face à anterior geração, com destaque para a suavidade do sistema de variação contínua na transmissão. As acelerações e reprises também estão mais entusiasmantes, com o C-HR a conceder um equilibrado comportamento dinâmico. Num breve contacto ao volante, obtivémos consumos na ordem dos 4,9 litros/100 km à média de 34,0 km/h, em percurso misto (AE, EN, Urbano).

Para quem se sentar ao volante, o alongamento do painel e de toda a dianteira, exigem habituação ao conduzir e ao manobrar, No entanto, em ambas as situações, a existência de apoios à condução e elementos de segurança activa (como a travagem autónoma, consoante versões) tornam fácil a condução do C-HR. Na versão Exclusive que conduzimos, a existência de sensores à frente e atrás, além da visualização das manobras de marcha-atrás, mitigam a questão dos ângulos de visibilidade.

 

Entrada

Prazo

Km

Revisões

Docs

Pneus

Seguro

Renda €

0%

48 meses

100.000

sim

sim

não

não

490,55

 

Gostámos – Gostámos +
– Visibilidade para a traseira e lateral/traseira – Comportamento dinâmico

– Equipamento de série e segurança activa

– Conforto de rolamento

– Economia de combustível/autonomia

– Actualização da conectividade

Características técnicas

Toyota C-HR HSD 1.8 Exclusive
motor

4 cil-16V, 1.798 cc, DOHC, VVTi, Euro 6 D

potência kW(cv)/rpm

89,7+53,0 (122,0+72,0)/

binário Nm (kgm)/rpm

142,0+163,0 (13,9)+15,9/3.600

transmissão

dianteira, CVT

jantes – pneus

18” – 225/50 R 18

Toyota C-HR 1.8 híbrido Exclusive