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Disponíveis para encomenda neste Verão, os novos modelos serão entregues no terceiro trimestre e com uma estratégia comercial alinhada com as conhecidas noutros modelos.

Com as encomendas a abrirem ainda no Verão, as entregas previstas para o terceiro trimestre, e um plano para electrificar todos os ‘comerciais’, a PSA estende a electrificação aos furgões médios de passageiros e mercadorias.

Através das soluções “Free2Move” o Grupo alarga propostas para quem não pretende ter um veículo, ou para os que não se preocupam com a pertença. Ter ou utilizar um veículo tornou-se uma questão fulcral para a rentabilidade dos negócios, da mesma forma que a motorização joga um papel fundamental nos custos de utilização de um veículo, em especial quando se trata de um furgão de passageiros ou mercadorias. Ainda sem preços definidos, a estratégia de vendas/locação poderá passar por oferta de cartões de carregamento, financiamento através da Fre2Move Lease ou equipamentos de carregamento.

 

As versões de passageiros podem ter até nove lugares

Com a comercialização dos modelos de maior volume para o início do próximo ano, o Grupo propõe-se satisfazer a oferta eléctrica nos furgões de dois a nove lugares e duas volumetrias de carga, mantendo os valores de carga útil já conhecidos das motorizações Diesel. Daí que as comparações energéticas sejam feitas através da mesma norma WLTP e calculadas com 50% da carga útil. Por outras palavras, os ‘consumos’ são apresentados para as duas motorizações disponíveis: uma de 75 kWh com 27 módulos na bateria para 330 km de autonomia; outra de 50 kWh com 18 módulos na bateria para 230 km de autonomia. As baterias têm 8 anos de garantia ou 160.000 km e podem ser carregadas a nível doméstico (8A) ou sistemas mais eficazes (16 ou 32 A) como acontece com as “wall box” ou postos dedicados.

 

Green’up 16A

Wallbox 32A monofásico

Wallbox 16A trifásico

Supercharge

Energia

3.6 kW

7.4 kW

11 kW

100 kW

Carga Bateria 50 kWh

15:00

07:30

04:45

00:30

Carga Bateria 75 kWh

23:00

11:20

07:00

00:45

 

No tocante às energias alternativas, (célula de combustível, Hidrogénio, híbridos, entre outras) os responsáveis do projecto adiantaram que outras soluções se encontram em fase de estudo. Todavia, a grande aposta é nos eléctricos. Outra das apostas tem a ver com a informatização em torno de veículo, tanto no que diz respeito às deslocações e gestão do veículo, como no tocante à gestão das cargas, passageiros e clientela. No capítulo da autonomia – e mesmo sabendo que há veículos destes a rolar (e rondar) os 1.000 km por dia, os valores apontados e normalizados (WLTP) são suficientes, em especial num segmento de utilização em que 83% dos utilizadores/clientes rodam < 200 km/dia. Da nossa parte e com base em algumas experiências eléctricas em automóveis do Grupo, estamos mais preocupados com as infra-estruturas de carregamento. E o problema não é a falta de energia. Do lado dos novos modelos, aguardamos os custos de aquisição, uma vez que os de utilização – face à experiência nos automóveis de passageiros – são aliciantes. E a condução também.

PSA electrifica furgões médios e promete mais