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Graças à plataforma modular CMP, é possível oferecer várias opções de motorização numa única arquitetura, existindo uma versão com menos de 1.000 kg

Poucos dias depois de ter mostrado pela primeira vez a muito aguardada versão eléctrica Corsa-e, a Opel anuncia a gama de motores de combustão interna que vai equipar a sexta geração do popular Corsa, num leque de potências que vai de 75 a 130 cv. Consumos de combustível reduzidos e desempenho dinâmico elevado são características bem vincadas, comuns a todos os propulsores do novo Corsa. Registe-se que todas as versões do novo modelo apresentam emissões de CO2 inferiores às versões mais eficientes do actual Corsa.

Para o CEO da Opel: as reacções que se seguiram à revelação do Corsa eléctrico – um automóvel eléctrico para todos – são fenomenais. O Corsa com motores térmicos seguirá as mesmas pisadas. Motores de combustão interna ou tracção eléctrica? Na Opel, graças à plataforma “multi-energy”, ambas as soluções são possíveis num mesmo modelo. O cliente decide, reiterou Michael Lohscheller.

Para além da variante eléctrica Corsa-e, a Opel definiu três níveis de equipamento para o novo Corsa com motores a gasolina e Diesel: Edition, Elegance e GS Line, este com carácter mais desportivo. Com entrega agendada para Novembro, a Opel começará a aceitar encomendas para o novo Corsa já no próximo mês de Julho. A linha de motores da sexta geração Corsa pretende oferecer o equilíbrio ideal entre eficiência e dinâmica. Por comparação com a gama atual, os novos motores garantem ao novo modelo uma redução significativa de consumo de combustível e de emissões, com débitos de potência semelhantes. As vantagens verificam-se logo no motor de entrada, 1.2 a gasolina, de 75 cv de potência, apresentado com 4,1 l/100 km (misto) e 94-93 g/km CO2. Num patamar superior está a galardoada família 1.2 Turbo a gasolina (Engine Of The Year, 2015-2018), com três cilindros, bloco e cabeça em alumínio, e injeção directa. Este motor surge em duas versões à escolha, com 100 cv ou 130 cv de potência.

Aos três motores a gasolina junta-se o 1.5 Turbo D a gasóleo, com 102 cv de potência e 250 Nm de binário máximo  e consumos WLTP2: 4,6-4,0 l/100 km, 122-104 g/km CO2. O sistema de tratamento de gases de escape foi optimizado com catalisador passivo de oxidação com absorção de NOx, catalisador de redução selectiva (SCR) com injecção de AdBlue, e filtro de partículas. Estes componentes estão agrupados numa unidade compacta, situada muito próximo do motor. O absorvente de NOx actua como catalisador no arranque a frio, reduzindo emissões de NOx até o catalisador SCR atingir a temperatura de funcionamento. As evoluções ao nível das motorizações também incluem as transmisões, de cinco relações para o 1.2 de 75 cv; manual de seis ou automática de oito para o 1.2 turbo. A gestão electrónica com programas adaptativos e a tecnologia “Quickshift”, complementam a panóplia de novidades, com o 1.2 turbo de 130 cv, sempre associado à transmissão automática de oito relações.