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Gestos com as mãos, movimentos com a cabeça e levantar o polegar, são um conjunto de sinais que ajudam condutores, peões e ciclistas a perceberem o que cada um está a fazer. Mas como comunicarão os veículos autónomos, sem condução humana, com todos os outros à sua volta? A Ford tem vindo a testar uma abordagem que utiliza luzes para indicar o que veículo está a fazer e o que irá fazer de seguida. Estes testes integram as pesquisas da empresa no desenvolvimento de uma “interface” de comunicação que ajudará os veículos autónomos a integrarem-se na perfeição com outros utilizadores da estrada. Para garantir o maior realismo possível aos testes, a empresa criou o ‘Banco de Automóvel Humano’ que instalou dentro de um Transit Connect. Projectado para se parecer com um veículo autónomo, com o condutor ‘escondido’ no banco, os observadores puderam avaliar mais eficazmente as respostas às luzes, montadas no tejadilho, com flashes em branco, roxo e turquesa, para indicar quando o furgão estava em andamento, prestes a avançar ou a dar passagem. Pode aceder ao vídeo em: https://youtu.be/KqQyYOPPn7w

Segundo Thorsten Warwel, director de Iluminação da Ford Europa: O fundamental é que as pessoas confiem nos veículos autónomos, e o desenvolvimento de uma forma universal de comunicação visual é um factor chave no processo. Transformar uma pessoa num ‘Banco de Automóvel Humano’ foi uma dessas ideias em que primeiro houve uma pausa e, depois, a certeza absoluta de que era a melhor e mais eficaz forma de ir ao encontro daquilo que precisávamos de saber.