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O Real Automóvel Clube de Espanha-RACE e a Scania, elaboraram um relatório a nível ibérico, cujo objectivo é conhecer e identificar as interacções que diariamente se geram no trânsito, entre dois dos grupos mais representativos da mobilidade: os pesados e os ligeiros de passageiros.
Entre as ocorrências mais destacadas pelos condutores de transportes profissionais e de veículos ligeiros de passageiros, estão os choques traseiros e os atritos laterais.
Neste sentido, quisemos analisar os diferentes pontos de vista de ambos os grupos, em questões tão importantes como a percepção entre ambos, a segurança, assim como os principais problemas das infraestruturas.
Embora exista uma grande semelhança entre as características da condução entre ambos os países, o modo de compreender a mobilidade entre estes dois tipos de veículos é muito distinto. As distâncias médias percorridas pelos condutores de veículos ligeiros de passageiros atingem os 15.000 km, face aos mais de 100.000 quilómetros realizados pelos profissionais do transporte.
De acordo com o estudo, 23% dos automobilistas reconhecem sentir uma certa tensão
quando se deparam na estrada com um veículo de grandes dimensões; entre as ocorrências mais destacadas pelos condutores de transportes profissionais e de veículos ligeiros de passageiros estão os choques traseiros e os atritos laterais; 21% dos automobilistas inquiridos referiram ter já
sofrido acidentes por impacto indirecto de materiais, devido a uma colocação ou fixação incorrecta da carga; 73% dos inquiridos considera satisfatória a relação entre o transporte profissional e particular.