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Para as dimensões exteriores o i10 concede boas habitabilidade e bagageira

Em relação a outros modelos da gama e como referências, já recorremos aos Kauai e i30 para análise. E podemos fazê-lo em relação ao i10, porventura o modelo que mais se afasta dos actuais padrões da marca. A estética será um destes, com a silhueta a identificar os anos do modelo que não chega aos quatro metros de comprimento (3.670 mm). E tomando o metro e meio como referência, a largura excede em pouco esta cota (1.680 mm) enquanto a altura se aproxima (1.480 mm). Perante estas dimensões e um olhar mais arquitectónico, revela-se o ‘cubismo’ do habitáculo, no qual a habitabilidade é muito satisfatória, tanto nos lugares dianteiros como traseiros. Na bagageira estão disponíveis 252 litros, moduláveis até aos 1.050 litros mediante rebatimento dos assentos traseiros.

 

Valores em €

preço-base

isv

iva

despesas

pvp

iuc

—*

103,12

*valor estimativo iva incluído

Financiamento €

Entrada

Prazo

Km

Revisões

Docs

Pneus

Seguro

Renda €

0%

48 meses

100.000

sim

sim

sim

sim

*

* iva incluído

 

Com bons acessos aos lugares dianteiros e cotas de habitabilidade muito satisfatórias, o i10 concede satisfatório acesso aos lugares posteriores, um pouco mais restritos em cotas, em especial no espaço para as pernas, sendo estas algo condicionadas pelos ajustes longitudinais dos assentos dianteiros. Para as dimensões do automóvel, a volumetria da bagageira é generosa, ainda que o acesso esteja relativamente elevado e o piso da bagageira mais profundo. Sem grandes complexidades no capítulo da instrumentação, demos conta de um painel táctil para algumas funções e alguns elementos de segurança activa, como o ESP, ABS e EBD. No capítulo da segurança passiva, o Euro NCAP apresenta resultados relativos a 2014, quando atribuíram quatro estrelas ao pequeno Hyundai.

 

O automatismo concede a escolha manual selectiva

Depois de rodar a chave de ignição, demos conta de satisfatória filtragem das vibrações e ruído, não esquecendo que estes três cilindros, tem regimes de ‘trabalho’ acima das 3.000 rpm. Aliás, o valor de binário máximo é conseguido acima disso (3.750 rpm). No entanto, no terreno de eleição do i10 ou seja em circuitos urbanos e suburbanos, demos conta da facilidade de condução, num automóvel com bons ângulos de visibilidade e sistemas de apoio para as manobras. Outro dos itens que contribui para a facilidade de condução é a transmissão automatizada. A ausência do pedal esquerdo é um conforto adicional para quem conduz, em especial num automóvel que não brilha nas acelerações ou reprises. Além de automatizada a transmissão permite permite accionamento manual, particularmente útil em trânsito citadino.

Com travagem eficiente e suspensões mais afinadas para o conforto do que performance, o i10 poderia ser mais preciso na direcção e mais eficente na climatização, sendo esta última mitigada por um habitáculo de reduzida volumetria e, por isso mesmo, fácil de gerir em termos de temperatura. Num breve contacto ao volante e em trajecto misto (AE+EN+Urbano e AC parcial) obtivémos 5,4 litros/100 km à média de 36,8 km/h.

Gostámos –Gostámos +
– Acelerações e reprises– Custos de aquisição/utilização

– Equipamento de série/segurança activa

– Habitabilidade e acessos

– Conforto de rolamento

– Funcionalidades e conectividade+visor 8”

4 estrelas Euro NCAP em 2014

Características técnicas

Hyundai i10
motor

3 cil, 998 cc, Mpi, Euro 6 D temp

potência kW(cv)/rpm

67,7 (49,3)/5.500

binário Nm (kgm)/rpm

96,0 (9,5)/3.750

transmissão

dianteira, automatizada cinco relações

jantes – pneus

15” – 185/55 R 15

Automatismo e renovação no i10 da Hyundai