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A evolução tecnológica do 2.0 litros a gasolina e as baterias de hidretos metálicos de níquel, evidenciam a evolução da motorização

A Toyota e o dinamismo da força C-HR

Quando a Toyota colocou no mercado o “crossover” decidiu aproveitar a letra ‘C’. Neste SUV cuja posição de condução é um pouco mais elevada face aos “sedan e hatchback”, a marca japonesa adoptou as siglas ‘H’ e ‘R’ que identificam a “high ride” ou seja uma posição de condução mais elevada. No tocante às motorizações e mediante sinergias, fomos encontrando soluções conhecidas, dentre as quais a 1.2 a gasolina que desaparece do modelo, tal como o Diesel tem vindo a ser abandonado pela Toyota no segmento dos automóveis de passageiros. Assim sendo restam os 1.8 e 2.0 a gasolina. Nas dimensões e modularidade não há alterações, com o C-HR a manter a cota de comprimento abaixo dos quatro metros e meio (4.390 mm) e o mesmo acontece com as largura (1.795 mm) e altura (1.565 mm).

 

As novidades indexadas à renovação do C-HR estão no painel de instrumentos, mediante um novo visor de 4,2” no qual se pode identificar o valor percentual da utilização híbrida, novos níveis de equipamento (Exclusive, Exclusive +, Luxury, Lounge e Premier Edition) e novos grupos ópticos na traseira e na frente onde encontramos uma grelha redesenhada. Na conectividade, o destaque recai sobre o serviço de emergência “e-call”, a integração do “smartphone” e a presença do Apple Carplay e Android auto.

 

preço-base

isv

iva

despesas

pvp

iuc

29.269,26

2.674,17

204,21

Entrada

Prazo

Km

Revisões

Docs

Pneus

Seguro

Renda €

0%

48 meses

100.000

sim

sim

não

não

490,55

 

Ao volante e nos primeiros quilómetros, ficámos com a sensação de que o C-HR está mais silencioso e um pouco mais refinado na condução, face ao anterior modelo. Para esta percepção também ajudam as novas configurações no habitáculo. Ambas as características se enfatizaram ao entrar numa garagem. O silêncio concedido através da utilização eléctrica, pré-seleccionada no modo EV é dos pontos agradáveis de ususfruir, e o mesmo acontece com a visualização 360º, apresentada no novo visor central (TFT de 4,2”).

 

 

Novos grupos ópticos, grelha redesenhada , habitáculo mais refinado e actualizações na conectividade, definem a actualização do C-HR

Apesar da solução híbrida estar aplicada ao 2.0 a gasolina, e o C-HR exigir uma condução diferente do que seria expectável num automóvel com 184 cv, num breve contacto ao volante, obtivémos consumos na ordem dos 5,2 a 5,7 litros/100 km com médias entre os 40 e 46,0 km/h, em percurso misto (AE, EN, Urbano). Para quem se sentar ao volante, o alongamento do painel e de toda a dianteira, exigem habituação ao conduzir e ao manobrar, No entanto, em ambas as situações, a existência de apoios à condução e elementos de segurança activa (como a travagem autónoma, consoante versões) tornam fácil a condução do C-HR.

Nas acelerações e reprises, o motor começa a fazer-se notar acima de meio regime, ou seja quando começamos a exigir mais das suspensões e travões, cuja resposta nos deixou a melhor das impressões, em especial quando em presença de um automóvel que precisa de 8,2 segundos para chegar dos 0-100 km/h. Fica assim justificada a designação “dynamic force” associada ao 2.0 litros a gasolina híbrido, cujas tecnologias e baterias de hidretos metálicos de níquel, ajudam a sublinhar a diferença, quando comparamos com concorrentes ou anterior geração do C-HR.

Entrada

Prazo

Km

Revisões

Docs

Pneus

Seguro

Renda €

0%

48 meses

100.000

sim

sim

não

não

490,55

 

Gostámos – Gostámos +
– Visibilidade para a traseira – Comportamento dinâmico

– Equipamento de série e segurança activa

– Conforto de rolamento

– Economia de combustível/autonomia

– Actualização da conectividade

Características técnicas

motor

4 cil-16V, DOHC, dual VVTi, Euro 6 D

potência kW(cv)/rpm

135,3 (184,0)/6.000

binário Nm (kgm)/rpm

190,0 (18,6)/4.400~5.200

transmissão

Dianteira, CVT

jantes – pneus

18” – 225/50 R 18

A Toyota e o dinamismo da força C-HR