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Os novos grupos ópticos permitem identificar a quinta geração do Clio

A importância do RS Line e o novo Clio

A quinta geração do Clio, simboliza uma nova abordagem à designação do modelo que chegou à marca francesa em 1990. Desde essa altura e com 15 milhões de unidades vendidas, a Renault sempre nos habituou a colocar o modelo no mercado, e evoluir em versões e séries especiais. Com o novo Clio, tudo mudou, a começar pelo automóvel. Uma nova plataforma, novos motores que resultam da aliança franco-nipónica (Renault-Nissan-Mitsubishi), novos grupos ópticos, e novos interiores. Em termos de carroçaria e face ao anterior modelo, esta diminuiu (- 10 mm) na altura que agora chega aos 1.440 mm e comprimento (4.050 mm). Na bagageira a volumetria aumentou, sendo agora de 391 litros nos gasolina (366 nos Diesel) e mediante rebatimento assimétrico dos assentos traseiros, é possível chegar aos 1.069 litros. Mais leve face ao anterior modelo, o Clio é agora apresentado como RS Line (em vez do GT Line) e no caso do 130 cv a gasolina com transmissão automatizada de sete relações, o preço está abaixo dos 25.000 €.

preço-base

isv

iva

despesas

pvp

iuc

18.247,80

1.139,86

4.472,85

23.905,00

136,72

 

Com diferenças de – 10 mm na altura e comprimento, o novo Clio assenta na nova plataforma. E quanto aos eléctricos, em 2022 serão 12 os modelos com essa energia

Como acontece em muitos automóveis de carácter desportivo, as habitabilidades dianteira e traseira, são melhores do que as acessibilidades. Uma vez no interior, começamos por reconhecer a melhor qualidade dos materiais empregues e a apurada finalização. Num painel completamente redesenhado e atrás do volante, são visíveis os efeitos da digitalização, na qual se destaca o visor central táctil de 10”. E neste, é possível fazer tudo ou quase tudo. Desde saber o preço dos combustíveis nas vias mais próximas, aos comandos da navegação, áudio, conectividade, entre outras funções dedicadas à condução, ao automóvel ou viagem. O habitáculo do novo Clio, permite conhecer a vertente do futuro, num conceito de 2017 quando surgiu o programa “drive de future” que se estenderá até 2022, quando aparecerem os autónomos, os e-tech híbridos e os eléctricos.

 

 

Materiais de melhor qualidade, apurada finalização e um visor de 10″ contribuem para uma nova experiência aos comandos do novo Clio

No imediato conduzimos o 1.3 a gasolina com EDC de sete relações, e como as primeiras impressões são as que perduram, demos conta de um habitáculo silencioso e quase ausente de vibrações, denotando uma boa filtragem entre a motorização e habitáculo. Os primeiros quilómetros também nos deixaram a impressão que este RS Line, é mais desportivo do que anterior GT Line, mesmo com a travagem confiada a discos ventilados na frente e tambores atrás. Ao volante, apreciámos a suavidade na condução e a precisão com que se consegue colocar o Clio nas trajectórias desejadas, mesmo quando os percursos são mais acidentados e sinuosos. Com boas acelerações e reprises, este Clio RS Line, entra no clube dos automóveis que perfazem dos 0-100 km/h em menos de 10 segundos, cronometrando 09 segundos.

Num breve contacto ao volante e num percurso misto (AE+EN+Urbano) obtivémos consumos de 6,3 litros/100 km à média de 48,3 km/h.

Em circulação urbana e sempre com o apoio do tal visor central de 10”, demos conta das várias funções do sistema 360º muito útil para as manobras de estacionamento, optimizando a visibilidade para a traseira e em especial a lateral direita, sem esquecer a frente.

Gostámos –Gostámos +
– Visibilidade posterior– Comportamento dinâmico

– Equipamento de série e segurança activa

– Conforto de rolamento

– Eficácia do sistema EDC

– Funcionalidades do Easy Link

Características técnicas

Renault Clio RS Line 130 Tce
motor4 cil-16V, 1.333 cc, turbo, SCR+AdBlue+FP
potência kW(cv)/rpm96,0 (130,0)/5.000
binário Nm (kgm)/rpm240,0 (23,5)/1.600
transmissãodianteira, automatizada de sete relações
jantes – pneus17” – 205/45 R 17

A importância do RS Line e o novo Clio