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A evolução do C-HR 1.8

Numa altura em que a marca japonesa prepara mais um SUV com base na plataforma do Yaris, e depois de termos conduzido o “crossover” C-HR com a renovada motorização 2.0 litros, fomos conhecer o 1.8 a gasolina. Nas dimensões e modularidade não existem alterações, com o C-HR a manter a cota de comprimento abaixo dos quatro metros e meio (4.390 mm) e o mesmo acontece com as largura (1.795 mm) e altura (1.565 mm). Na bagageira estão disponíveis 377 litros de volumetria. As novidades indexadas à renovação do C-HR estão no painel de instrumentos, mediante um novo visor de 4,2” e níveis de equipamento diferenciados para o 1.8 (Comfort, Square Collection, Exclusive, e Exclusive + pack luxury) novos grupos ópticos na traseira e na frente onde encontramos uma grelha redesenhada. Na conectividade, o destaque recai sobre o serviço de emergência “e-call”, a integração do “smartphone” e a presença do Apple Carplay e Android auto.

preço-base

isv

iva

despesas

pvp

iuc

23.826,20

2.080,31

5.958,50

800,00

32.669,67

137,14

Entrada

Prazo

Km

Revisões

Docs

Pneus

Seguro

Renda €

0%

48 meses

100.000

sim

sim

não

não

427,26

 

No tocante à motorização híbrida 1.8 de 90kW/122cv é agora apresentada com uma bateria mais pequena, mais leve e mais potente, capaz de carregar e fornecer mais corrente, melhorando o fornecimento de força motriz eléctrica. Com 56 células e capacidade de 207,2 V, o sistema de 1.8 litros foi actualizado com uma bateria de íões de lítio de peso e volume reduzidos. Esta actualização estende-se ao nível de equipamento, em particular na versão “square collection” na qual se destacam as jantes de 18”, vidros traseiros escurecidos, ajuste eléctrico lombar no assento de quem conduz, ajuste em altura no assento do passageiro, assentos dianteiros aquecidos, sensor de chuva e sensores periféricos (360º) de estacionamento.

 

Aos comandos demos conta de duas utilizações distintas para este C-HR. Uma mais orientada para quem pretende seguir à risca as ‘exigências’ de um híbrido. E outra destinada a quem deseje tirar partido da dinâmica, conseguida através dos 122 cv. Vamos primeiro à essência do híbrido. Um dos objectivos das soluções híbridas, tem a ver com tornar o automóvel menos poluente. Neste capítulo e olhando para as emissões de CO2 e valores de IUC, achamos que a Toyota cumpriu – e bem – os objectivos. Por outro lado e num breve contacto ao volante, no habitual percurso misto (AE+EN+Urbano) obtivémos à média de 33,6 km/h um consumo de 4,9 l/100 km. Por outras palavras, no tocante à economia de combustível, a marca japonesa volta a acertar em cheio. No entanto, para os mais exigentes a pressionar o pedal do lado direito, ou para os que pretendam tirar partido da dinâmica, este C-HR concede bons andamentos, apesar de a motorização (motor+cvt) se tornar um pouco mais ruidosa acima das 2.500~3.000 rpm. Todavia, o desempenho dinâmico das suspensões, travões e direcção, cedo fazem esquecer a tecnologia híbrida e, por vezes, que estamos em presença de um “crossover” daí a presença do ‘C’ na sigla identificadora deste Toyota.

Gostámos – Gostámos +
– Visibilidade para a traseira – Conforto de rolamento

– Equipamento de série e segurança activa

– Comportamento dinâmico

– Economia de combustível/autonomia

– Actualização da conectividade

Características técnicas

Toyota C-HR 1.8 Hybrid Square Collection
motor

4 cil-16V, 1.798cc, DOHC, dual VVTi, SFI, Euro 6 D

potência kW(cv)/rpm

90,0 (122,0)/5.200

binário Nm (kgm)/rpm

142,0 (18,6)/3.600

transmissão

Dianteira, CVT

jantes – pneus

18” – 225/50 R 18

A evolução do C-HR 1.8