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Moto Guzzi V7 II Scrambler

01 V7 II range

As V7 II podem ser personalizadas, como góticas, militarizadas, scrambler ou café racer

Para que não existam dúvidas quanto ao título, o que pretendemos mesmo é que viagem de moto. E se o fizerem no tempo, tanto melhor. Nos dias que correm, existe uma tendência para apagar a história e, por vezes, contar estórias para que isso aconteça. Por isso, o que hoje propomos é que viajem conosco de moto, tendo por base a segunda geração da V7, que também nos permite fazer uma viagem no tempo. Mediante imagem dos anos 70, mas com as vantagens das tecnologias actuais, a V7 II concede várias escolhas, tanto em termos de modelos como de personalização. Num breve contacto aos comandos, guiámos a Scrambler e, ficámos a saber, as diferenças entre viajar e viagem.

As novas V7 II têm três modelos “rétro”: a Stone de imagem mais simples; a Special que recupera a decoração da S3; e a individual Racer mais exclusivista.

 

 

v7 custom kit_scrambler

Os pneus mistos e o escape dois em um são alguns dos elementos que se destacam na Scrambler

Para conseguir uma Scrambler, é necessário o “kit” composto de 18 agregados, dentre os quais se destacam as jantes, os pneus mistos (estrada/fora-de-estrada) o escape 2 em 1 e os painéis laterais. No entanto, os sinais de modernidade começam na base tecnológica desta 7½ de 48 cv, com o binário máximo às 2.800 rpm e conversor catalítico. Exige-se um olhar mais especializado, para aferir a redução de cotas que favorecem um centro de gravidade mais baixo. Nesta segunda geração, o motor está mais inclinado para a frente (4º) e mais baixo (10 mm). Os apoios dos pés desceram (25 mm) o eixo traseiro baixou (50 mm) e sempre com a anterior geração como referência, o banco desceu (15 mm) ficando agora pelos 790 mm na distância ao solo. Por outras palavras, ganhou-se na facilidade em montar e desmontar da moto, e mais espaço para as pernas.

 

3 V7 II range mov

A imagem é dos anos 70, mas os materiais, a finalização, as tecnologias e a condução, identificam uma moto moderna, com andamentos suaves. Fáceis de guiar, estas V7 II contam com um novo importador

Depois de rodar a chave e pelo facto de estar directamente fixado ao quadro, o V2 transmite algumas das vibrações, mais perceptíveis até às 1.500 ~2.000 rpm. Acima destas rotações, o efeito é pouco perceptível e começamos a tirar partido da elasticidade do motor, que vai até às 6.000 rpm em ‘redondo’ e com uma eficácia notável, em especial se contarmos com a transmissão, que é precisa no engrenamento e suave no accionamento.

A condução da V7 tem o condão de nos fazer viajar no tempo, e recordar o que eram as motos na década de 70. No arranque, o “tlock” característico da transmissão secundária por cardan, os piscas manuais, ou as performances dos 48 cv numa moto abaixo dos 200 kg, permitem recuar no tempo. Todavia, os materiais empregues e a finalização, a travagem, e o comportamento dinâmico conseguido através das suspensões, evidenciam a modernidade e até algum refinamento. No tocante a valores, será preciso preparar 10 notas de 1.000, mais coisa menos coisa. Em euros a Stone é proposta a 8.980, a Special custa 9.670, e a Racer chega aos 10.701. A estes valores, acrescem 593 € destinados a despesas administrativas.

 

lat esq 21 V7_II_34sx-Grigio Intenso   lat dir 20 V7_II_34dx-Grigio Intenso

 

painel instrumentos 49 V7 II Stone   banco e malas MG V7II custom accessories (29)

pedal travao tras MG V7II custom accessories (9)   escape MG V7II custom accessories (8)