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As duas primeiras provas, evidenciam que face ao do ano transacto, o campeonato mundial de “Superbikes” está muito mais competitivo. Os pódios provam isso mesmo e traduzem o que se tem passado nas pistas, com as Ducati a desafiarem as Kawasaki, como Tom Sykes tem comprovado. No entanto, as quatro vitórias de Jonathan Rea, em igual número de corridas, confirmam o nº 1 na moto verde do piloto inglês que contabiliza 100 pontos.

WorldSBK – Pilotos

Jonathan Rea – Kawasaki

100 pontos

Chaz Davies – Ducati

70 pontos

Tom Sykes – Kawasaki

62 pontos

Com as temperaturas do ar entre os 32 a 36º, e o asfalto e registar valores entre os 42 a 50º, realizou-se a segunda prova do WorldSBK no Chang International Circuit-Tailândia. De acordo com os responsáveis da Brembo e numa escala de 1 a 5, o grau de dificuldade do circuito tailandês é de 5, valor apenas comparável aos traçados de Imola e Donington. Face ao circuito australiano onde se disputou a primeira prova do campeonato mundial de SBK, existem semelhanças no número de curvas e pontos de travagem. Todavia, ao longo dos 4.454 metros, os tempos e potência das travagens são diferentes. No circuito tailandês, os pilotos travam durante 26 segundos por volta (+ 6 do que no circuito australiano) e registam 1,24g em termos de a maior desaceleração do campeonato. Das sete travagens efectuadas, três são bastante exigentes, com destaque para a curva três, na qual as motos em 255 metros, passam dos 305 km/h para os 76 km/h. Na curva 12 a redução é de 248 para os 68 km/h, enquanto a terceira curva mais exigente é no final da recta meta, na qual as motos travam 173 metros.

Fotos WorldSBK

Fonte: Brembo