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A PRP apresenta dados do novo estudo observacional sobre a utilização de cintos de segurança nos passageiros que viajam no banco de trás de veículos ligeiros. Com o objectivo de avaliar a utilização do cinto de segurança, nos passageiros adultos que viajam nos assentos traseiros dos veículos ligeiros, a Prevenção Rodoviária Portuguesa desenvolveu um estudo observacional no concelho de Lisboa, durante o ano de 2017. No estudo, foram observados 634 passageiros que viajavam nos assentos traseiros dos veículos ligeiros (excluindo táxis) e 574 passageiros que viajavam atrás nos táxis. Para cada passageiro observado, foi registada a utilização do cinto de segurança (sim/não) e o género (feminino/masculino).

Os resultados do estudo mostraram taxas de utilização do cinto de segurança muito baixas: dos passageiros observados apenas 28.7% usavam o cinto de segurança. O cinto era mais utilizado pelas mulheres (33.2%) do que pelos homens (23.0%). Para José Miguel Trigoso, presidente da PRP: a utilização do cinto de segurança, é umas das medidas mais eficazes para reduzir a gravidade das lesões, e o número de mortes em acidentes rodoviários, entre os utentes dos veículos automóveis. É prioritário promover a utilização do cinto de segurança nos assentos traseiros, para que se torne um hábito, tal como acontece com os condutores e com os passageiros que viajam no banco da frente. É igualmente indispensável, desenvolver campanha de fiscalização, por parte das entidades responsáveis, de forma coordenada e complementar com a promoção da utilização.