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Por diversas razões e em menos de um ano de comercialização, o C3 Aircross tornou-se importante para a marca. As vendas europeias chegaram às 90.000 das quais pouco mais de ⅓ ficaram em França. O pequeno SUV concede todas as tecnologias da marca francesa e, por fim mas não menos importante, concede um elevado nível de personalização, pouco habitual neste sub-segmento. Como acontece com outros modelos do Grupo, o C3 Aircross é apresentado com uma variação de preços que ronda os 8.000 € e esta variação traduz a versatilidade das escolhas possíveis, desde as motorizações às cores, pasando pelos interiores, sistemas e dispositivos. Isto significa que podemos encontrar neste modelo, o connect nav 3D suportado por um visor de 7”, a Citroën connect box, ar condicionado automático, controlo de tracção e velocidade em descida, assistência no estacionamento e avisador de intromissão de veículo no ângulo-morto, travagem activa e aviso a quem conduz, carregamento do “smartphone”, tejadilho panorâmico e uma ampla escolha de cores e conjugação de pinturas. Nas motorizações, as transmissões manual ou automática e motores Pure Tech a gasolina de 82, 110 ou 130 cv e Diesel Blue Hdi de 100 cv. Num breve contacto ao volante, conduzimos o Pure Tech de 110 cv e transmissão automatizada EAT 6.

preço-base

isv

iva

despesas

pvp

iuc

16.932,59

1.400,74

4.295,95

22.556,88

135,50

*inclui 5,60 € ecovalor e ecolub – sem despesas averbamento

 

Com boa acessibilidade devido às ‘alturas’ ao solo e abertura das portas, o “Aircross” concede boa habitabilidade nos lugares da frente e satisfatória nos lugares traseiros, com o espaço destes a ser condicionado pelo ajuste longitudinal dos assentos traseiros. Como acontece com a generalidade dos SUV, o C3 Aircross concede uma boa modularidade no habitáculo, uma boa bagageira de 420 litros, que pode chegar aos 1.290 litros mediante rebatimento dos assentos traseiros.

 

 

O conforto de rolamento é um dos pontos favoráveis neste pequeno SUV

Aos comandos, cedo percebemos que a filtragem da motorização, é mais eficiente em termos de vibração do que de ruído. Por outras palavras, o conforto de rolamento leva vantagem sobre o conforto acústico. No entanto, gostámos das “performances” conseguidas com o 1.2 a gasolina, e das funcionalidades da automatização das seis relações de transmissão. Sem a suavidade que encontrámos nas EAT8 de outros modelos do Grupo, a transmissão deixou-nos a impressão de estar bem escalonada, enquanto a gestão do motor permite diferenças, entre os que gostam de ususfruir dos andamentos e os que dão prioridade aos consumos. Num breve contacto ao volante e à média 42,0 km/h conseguimos obter um consumo médio de 6,5 litros/100 km, obtidos num percurso misto (AE+EN+Urbano).

 

 

Uma nota final para os materiais empregues e finalização, com os primeiros a concederem uma ampla escolha, em especial nos revestimentos do habitáculo. Em termos de finalização e face ao que já encontrámos noutros modelos do Grupo, pensamos que este C3 está abaixo do que até aqui conhecemos. Todavia, o posicionamento de preço também se encontra abaixo de uma fasquia média. No reverso da medalha, a possibilidade de encontrar num automóvel abaixo dos 25.000 €, um conjunto de equipamentos de segurança activa, revestimentos interiores e sistemas que contribuem para tornar agradável a utilização deste pequeno SUV.

Gostámos –

Gostámos +

– alguns detalhes de finalização

– Possibilidades de personalização

– Equipamentos de série e segurança activa

– Conforto de rolamento

– Acessos e habitabilidade

– Modularidade e espaços de arrumos

Características técnicas

Citroën C3 Aircross 1.2 Pure Tech EAT6

motor

3 cil, 1.199 cc 16V turbo

potência kW(cv)/rpm

81,0 (110,0)5.500

binário Nm (kgm)/rpm

205,0 ( )1.500

transmissão

Dianteira, automatizada de seis relações

jantes – pneus