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Ford Mondeo AWD 2.0 TDCi 180 cv – 47.069 €

FordMondeo-5Door_38Ao accionar o botão que substitui a tradicional chave de ignição, os assentos ajustam-se automaticamente. Num sentido para facilitar a mobilidade e, no outro, para ajustar a posição de condução. Revestidos a pele perfurada, os assentos podem conceder aquecimento ou ventilação, massagem e 10 ajustes associados a memória. Estes e outros atributos, fazem parte do “pack couro luxury” (2.033 €). Outro dos equipamentos que destacamos é o sistema de navegação+Sync 2+áudio com leitor de cd e nove altifalantes (813 €) que além de concederem uma excelente qualidade de som, também transmitem a eficaz sintonia do rádio. FordMondeo-5Door_29Pelo mesmo valor do áudio, encontrámos o acelerador automático adaptativo+assistência à pré-colisão e detecção de peões. O sistema de estacionamento automático (203 €) e a visualização das manobras de marcha-atrás (356 €) são um bom investimento, com destaque para a câmara cuja definição é muito boa, tanto à luz do do dia como de noite. Entre outros opcionais, destacamos a abertura automática da bagageira (508 €) e os faróis adaptativos/direccionais (1.118 €). O resultado final e sem despesas administrativas, chega aos 47.069 € para este Mondeo, cuja cereja em cima do bolo, é o sistema AWD- All Wheel Drive.

Num piscar de olhos

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O sistema AWD tem por base a tracção dianteira com a possibilidade de passar até 70% da tracção à via traseira

Os planos da Ford para este ano, apontam para um aumento significativo na oferta de modelos com a possibilidade de rolar em tracção integral AWD. O alargamento da oferta, inclui modelos como o Focus RS, O S-Max e os SUV, sendo que nestes últimos, os especialistas em mercado automóvel, apostam num aumento da procura. No Mondeo que conduzimos, o AWD funciona como um sistema reactivo, em função das necessidades de tracção ou perdas de aderência, reagindo 20 vezes mais depressa do que um piscar de olhos. Este Mondeo é um tracção dianteira. No entanto, em caso de necessidade, até 70% da tracção pode chegar à via traseira e nesta, cada uma das rodas pode receber a totalidade da motricidade disponível. A distribuição da força motriz é controlada electronicamente, podendo chegar a 100 impulsos por segundo, cada uma das ‘operações’ de gestão da motricidade. E para recuperar a função ‘normal’ ou repartição 50/50 (frente/atrás) tudo pode acontecer em muito menos que um piscar de olhos.

Mistura rica

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A tecnologia também chegou à segurança activa, com o sistema de detecção de peões

O “cocktail” que resulta desta conjugação entre tecnologia, motricidade e funcionalidade de equipamentos (série+opcionais) está envolto numa carroçaria de cinco portas, cujo rebatimento dos assentos traseiros, aumenta a volumetria da bagageira, e o comprimento disponível para arrumos mais longos, como uma bicicleta ou prancha de surf.

No tocante à transmissão automática, esta concede andamentos agradáveis, com a possibilidade de espevitar um pouco mais os 180 cv do 2.0 TDCi, quando se escolhe a letra ‘S’ em vez da ‘D’. No entanto, em nossa opinião, o mais interessante de explorar neste Mondeo AWD é justamente a possibilidade de contar com uma boa motricidade, em especial a curvar. E de igual forma como acontece com o comportamento dinâmico em curva, o facto de não existirem perdas de aderência, permite aproveitar da melhor forma, tanto as acelerações como as reprises, independentemente das condições de aderência ou irregularidades do piso. Tudo isto, num automóvel em que se pode aquecer ou arrefecer os assentos dianteiros… e sem tocar na climatização.