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Alargamento de gama

Clicar para começar e parar a reprodução das imagensPara um sub-segmento em que 30% do mercado está na mão dos franceses, a MB alarga a oferta do Citan, mediante comercialização de versões mais longas nos furgões, e de sete lugares nos Combi de passageiros. Ao mesmo tempo que mostraram o alargamento dos modelos e versões, os alemães deram a conhecer um conjunto de versões carroçadas e prontas a entrar em acção. Para o mercado nacional e apesar das homologações europeias, algumas destas nunca chegarão ao asfalto lusitano.

Transformações programadas

Numa zona industrial perto de Frankfurt-Alemanha, a MB mostrou novas versões do Citan, além de uma panóplia de transformações, das quais destacamos as dedicadas ao transporte de pessoas com mobilidade reduzida ou condicionada, os de transporte de perecíveis (ATP) e os de assistência e socorro. A marca alemã aproveitou a ocasião para mostrar o site “Vanpartners” na sequência de um programa que começou há uns anos atrás, e que a marca alemã pretende alargar aos principais mercados europeus.
Em Portugal, apesar dos elevados padrões de qualidade e espírito de missão de algumas empresas, ainda não existem carroçadores/transformadores nesta lista.

 

                       Objectivos globais

Outro dos objectivos que os alemães pretendem atingir mediante o alargamento da oferta Citan, tem a ver com a estratégia de tornar o modelo num furgão global. Em 2012 as vendas chegaram às 7.000 unidades, e de acordo com os responsáveis da marca de Stuttgart, este ano as vendas poderão duplicar. A entrada em novos mercados no continente europeu, a expansão a outros continentes e o alargamento das configurações, serão a base deste objectivo.
No tocante a motores e aos já conhecidos 108-75 cv e 109-90 cv, junta-se o 111 CDI de 81 kW (110 cv) acoplado à transmissão manual de seis relações.

 

Soluções específicas

A MB aproveitou a apresentação à imprensa internacional, para mostrar à rede de vendas os novos Citan, e também para mostrar de que forma estão actualizados em relação às novas exigências no tocante a determinados tipos de transporte, como por exemplo acontece com o transporte de medicamentos.
O transporte individual em ambulância medicalizada (que pode chegar aos 25.000 euros) foi outra das transformações que nos reteve a atenção, mas as soluções para o transporte de pessoas de mobilidade reduzida ou condicionada, também foram alvo da nossa curiosidade, por vários motivos. Com valores entre os 7.000 a 15.000 euros, estas soluções diferenciavam-se pela montagem, qualidade dos materiais e nível de finalização. A título de exemplo, a versão menos dispendiosa, permite a montagem e desmontagem, e no final do processo, o Citan volta à forma inicial. Todavia, como é evidente, esta transformação tem uma rampa de acesso menos eficaz quando comparada com outras transformações mais dispendiosas.