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Meses antes da apresentação (2018) a Hyundai ofereceu um vislumbre sob a nova geração de veículos “fuel cell”. Em Seul e sem designação atribuída a marca Sul-coreana revelou o seu design futurista.  O novo SUV é o 2º modelo a hidrogénio da Hyundai e incorpora a 4ª geração de tecnologia da célula de combustível a hidrogénio. O veículo, as suas capacidades e tecnologia “fuel cell” são resultado da evolução do trabalho inovador da Hyundai, no que diz respeito a pesquisa, desenvolvimento. Este novo modelo vem reforçar a liderança da marca em sistemas “fuel cell”, que surge após a experiência adquirida com o primeiro veículo produzido em 2013.

 

O novo modelo foi desenvolvido com base em quatro pilares cujo foco é a eficiência do sistema, a performance (potência máxima), resistência e densidade do depósito. Ao melhorar a performance do sistema, procurou-se reduzir o consumo de hidrogénio e optimizar os componentes-chave, a eficiência do veículo melhora bastante quando comparada com o antecessor, o ix35 Fuel Cell (Tucson Fuel Cell em alguns mercados). O novo SUV exibe um nível de eficiência de 60%, uma melhoria de 9% relativamente aos 55,3% do ix35. Com a eficiência do sistema optimizada, para o novo modelo prevê-se uma autonomia de cerca de 800km num único carregamento (de acordo com o ciclo NEDC, o que corresponde a 580km com base nos padrões coreanos). A potência máxima deste novo modelo aumentou 20%, quando comparada com o modelo anterior, debitando 163cv. Este SUV “fuel cell” também apresenta melhorias na sua capacidade de arranque em frio, ultrapassando as dificuldades que estes veículos enfrentam ao trabalhar a temperaturas abaixo do ponto de congelação. O veículo foi optimizado para ser utilizado em -33º ao incorporar componentes-chave na célula de combustível desenvolvida pela Hyundai. Para além de melhorar as capacidades do novo modelo, os componentes cmelhorados – tais como a MEA (conjunto de eléctrodo e membrana) e placas bipolares – ainda permitiram reduzir os custos de produção.