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O Furgão Internacional do Ano para 2013

Clicar para começar e parar a reprodução das imagensNum total de 133 pontos a atribuir pelo júri, o Ford Transit Custom recebeu 117 e conquistou o Troféu do International Van of the Year 2013, deixando os restantes lugares do pódio para os Dacia Dokker e Mercedes-Benz Citan. O mais prestigioso prémio no sector dos ligeiros de mercadorias, é atribuído anualmente e representa a opinião de 24 jornalistas especializados do sector.

 


O melhor candidato

Ao longo do ano foram escolhidos os diversos candidatos ao prémio, sendo uma das principais razões para atribuição deste, a mais significativa contribuição para a eficiência no transporte rodoviário de mercadorias. A segurança activa/passiva e a rentabilidade do veículo, são outros dos itens que o júri avalia.
No caso do novo Transit Custom e de acordo com o presidente do Júri Internacional do Furgão do Ano: o novo Ford Transit Custom impressionou em vários aspectos, mas sobretudo por se tratar de um novo modelo de furgão, construído a partir de uma plataforma identificada e utilizando agregados mecânicos (cadeia cinemática) já conhecidos da gama, sublinhou Pieter Wieman.

Um ligeiro de verdade

Para além dos novos padrões estéticos, o júri apreciou o desempenho da condução e os valores de carga útil do novo Transit Custom, cuja imagem exterior e interior, se aproxima dos padrões dos automóveis de passageiros.
No tocante à dinâmica da condução e além do aumento da rigidez torsional (+ 37%) o novo modelo da Ford é apresentado com diversos ajustes no volante, coluna de direcção e assento, que permitem encontrar uma boa posição de condução com facilidade, sendo igualmente boa, a visibilidade para o exterior. Um painel funcional e comandos bem posicionados contribuem para uma boa ergonomia. Na opinião do júri e no que diz respeito ao compartimento de carga, a boa gestão de espaço, os detalhes do tecto, o espaçamento nas cavas das rodas e a dimensão das portas deslizantes, foram outros do detalhes que o júri apreciou, tanto na versão mais curta (6 m³) que permite a carga de três europaletes, como na versão mais longa (6,8 m³) .
Em termos de segurança passiva, esta começa numa estrutura melhorada – 40% da carroçaria é construída em aço de elevada resistência – na colocação de “airbags” para condutor e passageiro e laterais de cortina ao nível do tórax, além de uma coluna de direcção configurada para evitar impactos no peito e cabeça, em caso de embate frontal.

Custos operacionais

Como a eficiência no transporte é um dos mais importantes itens avaliados pelo júri , o 2.2 Duratorq TDCi (100, 125 ou 155 cv) foi outro do pontos apreciados. De acordo com os dados do construtor, este motor Euro V pode conseguir consumos combinados de 6,6 l/100 km com emissões de CO2 de 174 g/km.
Em termos de manutenção, a Ford aponta para períodos mais longos de dois anos ou 50.000 km, enquanto a garantia anti-perfuração da carroçaria, subiu para os 12 anos. Estes números denotam uma aproximação face aos modelos Transit 260 ou 280 Econetic, mas também representam uma evolução na gama, que começa a estar alinhada por configurações muito próximas entre si, em vez de encontrarmos sobreposições nas soluções de transporte.