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estacionamento na rua volanteMediante progressão irregular, o parque circulante tem vindo a crescer desde 1974, altura em que não chegava ao milhão de unidades (844.000). Para ultrapassar os sete dígitos, foi preciso esperar pelo ano de 1977, no qual os automóveis de passageiros representavam uma quota de mercado de 82,3%, dos 1.060.000 veículos que compunham o parque circulante. No início da década de 90, chegou-se aos dois milhões de viaturas, e pela primeira vez, os ligeiros de mercadorias/passageiros vulgo ‘comerciais’ ultrapassaram os 20% de quota de mercado (21,2% num parque de 2.198.000). Em 1994 o parque circulante atingiu as 3.237.000 unidades, e quatro anos depois, voltou a evidenciar dinamismo, através das 4.236.000 unidades. Em 2002 chegou-se aos cinco milhões, número mantido até 2015, que registou um parque circulante de 5.781.700 veículos.

No segmento dos automóveis de passageiros, ao avaliar o índice de cilindrada e potência, no espaço de cinco anos inverteu-se a situação. Em 2011 as escolhas das cilindradas incidiam nos motores entre os 1501 a 1750, essencialmente por via dos Diesel. Em 2015 a maior quota de mercado recaiu sobre os motores entre 1.251 a 1.500 com estes a preencherem 47,1% do mercado. A tendência industrial em reduzir as cilindradas dos motores, mantendo ou até melhorando as potências específicas (cv/1.000 cc) contribuiram para este panorama, ao qual se juntaram as soluções híbridas, “plug-in” e eléctricas.

Fonte ACAP