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Mercedes-Benz GLC 250 d 4Matic

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Para a Mercedes-Benz, o ano transacto foi o melhor de sempre em termos de vendas de automóveis de passageiros. A marca de Stuttgart entregou 1.871.511 veículos, num ano em que o segmento SUV enriqueceu nos modelos e expandiu nas vendas.

A transformação da marca que vendeu meio milhão de SUV, tem-se verificado em duas vertentes: por um lado, mediante alargamento da gama de modelos e versões, presentes em quase todos os segmentos e nichos de mercado; enquanto por outro lado, a renovação dos modelos, tende para a harmonização das soluções. E por entre heranças e filiações, este GLC está mais próximo do C do que do G. No tocante à herança do G (Geländewagen – o carro para a terra) a ideia do então Xá do Irão para um veículo militar nos anos 70, passou a estar disponível para o público em 1979, e logo se tornou referência no universo dos jipes e universo 4×4. No que diz respeito à filiação C – a letra é a mesma dos SLC… 180 ou AMG – esta garante determinado tipo de equipamentos de série e opcionais, que contribuem para a exclusividade. E tal como nas medalhas, esta conta com dois lados: um que se reflecte no preço, enquanto outro garante requinte para a visão e refinamento para o tacto.

 

Do M1 ao D9

Mercedes-Benz GLC 2015.  Die DYNAMIC SELECT-Programme und die Offroad-Animationen werden auf dem zentralen Media-Display inszeniert. In Echtzeit werden hier verschiedene Parameter wie Steigung, Seitenneigung, Lenkeinschlag, Kompasskurs oder die AIR BODY CONTROL-Einstellungen dynamisch dargestellt. Mercedes-Benz GLC 2015. The DYNAMIC SELECT modes and off-road animations are shown on the central media display. Various parameters such as gradient, tilt angle, steering angle, compass course or the AIR BODY CONTROL settings are shown here dynamically in real time.

Os parâmetros de condução podem ser definidos desde o Eco ao Sport +

No mercado nacional e com o preço a começar nos 55.850 € (dos quais 33% são impostos e taxas) o GLC é proposto na versão 250 d 4Matic com tracção integral permanente, e repartição de 45/55 entre as vias dianteira e traseira. No que diz respeito à transmissão, esta concede diversos tipos de andamento, de igual forma como pode acontecer com as configurações da cinemática, suspensões e direcção. Por outras palavras, podemos acertar o GLC para o modo Eco, Comfort, Sport ou Sport + e podemos usufruir do automatismo da transmissão ou accionar as patilhas colocadas atrás do volante e trabalhar com a selecção manual das nove relações.

Na versão que conduzimos e para ter a chave na mão, é necessário desembolsar 75.441 € a que correspondem, entre outros: o conjunto AMG (3.049 €); o tecto de abrir panorâmico (1.423 €); o sistema command online (2.033 €); as luzes inteligentes por Led (1.423 €); e o airbody control (1.911 €). Se por um lado, é verdade que temos um Smart fortwo no interior deste GLC, também se constata o benefício de ter sistemas que vão muito para além da condução e habitabilidade. Ou da modularidade, como acontece com a transformação do interior. Com um toque num botão rebatem-se cada um dos assentos traseiros (60/40) e transformam-se os 550 litros da bagageira em 1.150 de volumetria para bagagens (1.600 até ao tecto). Outro dado interessante neste GLC é o peso rebocável com travões, a chegar aos 2.500 kg.

 

Aos comandos

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Com boa acessibilidade, o GLC concede uma boa posição de condução e espaços para arrumos

Aceder ao interior do GLC é tarefa fácil pela altura a que estão os assentos e ampla abertura das portas. Na traseira, a bagageira abre e fecha por accionamento eléctrico (de série) contribuíndo para a funcionalidade. Ao volante, encontramos diversos ajustes e bons ângulos de visibilidade, tanto para a frente como lateral. Todavia, tanto os pilares dianteiros como traseiros, ocupam muito espaço e acabam por criar ângulos-mortos na visibilidade, em especial na traseira, mesmo quando se pode usufruir do estacionamento automático.  No entanto, a profusão de automatismos, menus e sub-menus, nem sempre representam facilidade de utilização, como acontece com os comandos ao volante, ou comandos do áudio/navegação. E face à colocação e sensibilidade de alguns destes comandos, um toque involuntário, pode exigir algum tempo para reconfigurar o item em utilização.

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Como atrás foi referido, podemos escolher entre o modo mais económico de utilizar este 250 Diesel, e rolar a 100-105 km/h às 1.500 rpm, ou optar por ‘aproveitar’ os 204 cv do biturbo de 2.143 cc. Entre cada uma destas escolhas, temos os modos de comforto e a transmissão automática, com esta última a deixar boas impressões na suavidade de funcionamento, e a possibilidade de actuar manualmente nas patilhas colocadas atrás do volante. No habitual trajecto misto (AE+EN+Urbano) e num breve contacto ao volante, à média de 51,0 km/h, conseguimos obter um consumo médio de 7,3 litros/100 km.

Gostámos – Gostámos +
– Colocação e sensibilidade de alguns comandos

– Visibilidade para a traseira

– Dinâmica da condução e cinemática

– Conforto de rolamento

– Habitabilidade e espaços para arrumos

– Equipamento de série

– Consumos de combustível