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Em ano de torrente de novidades nos segmentos dos SUV e “Crossover”, o novo CR-V da Honda com transmissão manual, já foi nesta secção apresentado sob o título – Mais com menos. Desta vez, abordamos alguns detalhes dos automatismos que beneficiam esta quarta geração do SUV japonês. Umas estão à vista de todos, enquanto outras são (in)visíveis mas perceptíveis. No caso da transmissão automática, está à vista de todos e são perceptíveis as sensações ao volante.

 

O novo CR-V concede mais com menos. Face ao anterior modelo, a potência é mais (160 cv) com menos cilindrada 1.6 i-DTEC que, entre outras características, é apresentado com menos peso e sobrealimentação por dois turbos: um que recolhe os gases de escape no momento de maior pressão, para beneficiar a resposta do motor a baixos regimes; e outro que obtém os gases de escape na fase de baixa pressão, para melhorar o funcionamento do motor nos regimes mais elevados. Nos regimes intermédios, os turbos funcionam ‘emparelhados’ porquanto o de pressões elevadas, é um turbo de geometria variável, enquanto o outro é um turbo convencional. Outra das características em que se verifica o princípio do mais com menos, tem a ver com a nova transmissão automática. Pelo facto de existirem nove relações, sentem-se menos as passagens entre estas e melhorou significativamente o desempenho dinâmico da motorização.

 

Na versão Lifestyle do 4WD Connect Navi e sem despesas administrativas, o p.v.p é de 46.450 €. Um valor intermédio entre o duas rodas motrizes Comfort proposto a 31.250 € e os 50.500 do Executive Sensing com a nova transmissão automática de nove relações. Outra das características a destacar nestes CR-V Classe 1, tem a ver com os pesos rebocáveis. Para um reboque sem travões o valor é de 600 kg, enquanto num reboque com travões, o peso rebocável é de 2.000 kg.

 

 

De série no Executive e disponível como opcional noutras versões, o ADAS concede um conjunto de sistemas destinados a tornar a condução mais segura e tranquila

Num breve contacto ao volante e no habitual percurso misto (AE+EN+Urbano) obtivémos um consumo médio de 7,6 à média de 57 km/h. Durante a conduções, pudémos desfrutar de um conjunto de sistemas que concedem mais segurança (activa e passiva) além de uma condução mais tranquila. Para isso, a Honda propõe o ADAS -Advanced Driving Assist Systems, que inclui diversos sistemas de assistência à condução. Um destes destina-se a evitar a colisão ou a minimizar os riscos do embate com a viatura da frente, em caso de distracção de quem vai ao volante, e a velocidades inferiores a 32 km/h;  outro informa através de besouro sonoro quando se desvia da faixa de rodagem. A existência de uma camera e um radar, servem de apoio a estes sistemas, e também para a leitura de sinais de tráfego, ou a existência de tráfego transversal (veículos ou peões). A existência de veículos no ângulo-morto é identificada ao acender uma luz alaranjada nos espelhos retrovisores, e o acelerador automático e adaptativo, complementam este conjunto de equipamentos, de série no Executive e como opcional para as restantes versões.