Download PDF

 

Enquanto não chegam os primeiros dias de Março e não se desvendam as novidades, recordamos alguns dos modelos que fizeram história, mesmo aqueles que já desapareceram do panorama. 

Um chinês de cinco estrelas em 2013

Depois das japonesas nos anos 70 e 80 e das Sul-coreanas na década de 90, foi a vez dos chineses chegarem aos olhos dos europeus. Com uma silhueta familiar de quatro portas, o Qoros 3 antecipou a comercialização, planeada para o segundo semestre de 2013. A inspiração para as linhas exteriores e o conceito dos interiores, tiveram ‘origem’ nos modelos alemães. Conhecidos pela grande capacidade de copiar a partir dos originais, desta vez, os chineses surpreenderam, ao conseguir a classificação de cinco estrelas nos exigentes testes de embate, realizados pela Euro NCAP.

 

Ford Fiesta em 2008

Desde que apareceu no mercado em 1976 que o Fiesta se tornou num modelo de sucesso, ao ultrapassar os 12 milhões de unidades vendidas. A escolha das versões, equipamentos e cinemáticas, fazem parte do sucesso do modelo, apresentado nos diversos mercados com uma boa relação preço/equipamento. O “designer” Martin Smith (ex-Opel) trouxe para a Ford, o conceito “Kinetic”. Na altura, o conceito que se estendeu à gama, não gerou consensos. Se agradou a alguns consoante as vendas comprovaram, a outros deu a oportunidade de estabelecerem comparações, entre os Fiesta e outros modelos, tanto os europeus como os orientais.

 

Renault Vel Satis em 2001

Para alguns foi o ano da Odisseia no espaço. Todavia, para a Renault, foi o momento de substituir o topo de gama Safrane, por um “hatchback” de linhas mais arrojadas, dando seguimento aos topos de gama de cinco portas, enquanto os concorrentes continuavam fiéis às silhuetas de três volumes e quatro portas. Mais alto do que o antecessor (+ 150 mm), o Vel Satis evidenciava excelentes cotas de acesso e habitabilidade , enquanto no interior se destacavam alguns equipamentos como o travão de estacionamento eléctrico, que se desligava automaticamente quando se iniciava o movimento do automóvel.

 

Através deste 480 Coupé exibido em 1986, a marca sueca voltou à ribalta dos ‘desportivos’… lugar e imagem que nos lembrava o modelo do Santo – Simon Templar, interpretado por Sir Roger Moore. Por outras palavras, depois de afastados desse segmento, os suecos tinham finalmente encontrado um emblemático substituto para o P 1800. Com capacidade para quatro lugares e alguma bagagem, o 480 foi apresentado com um motor de quatro cilindros, um único veio de ressaltos, injecção de combustível e o compromisso de uma versão sobrealimentada através de um turbo Garrett.

 

Porsche 928 em 1977

Na sequência da apresentação do 924 de quatro cilindros no Outono de 1975, a Porsche surpreendeu com um modelo com motor dianteiro. Na edição de 1977 do salão helvético, a marca alemã apresentou um V8 de 4.5 litros, que montava uma única árvore de cames por cada banco de cilindros. Com 240 cv de potência, o novo 928 juntou-se ao ‘clássico´911 e além de algumas inovações técnicas, como a possibilidade de funcionarem apenas quatro cilindros em algumas situações, o 928 destinava-se a um novo tipo de cliente.