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Quando apresentámos a nova geração i 30 destacámos as motorizações, tanto a gasóleo como a gasolina. Os consumos de combustível contribuíram para uma parte, enquanto os resultados das acelerações e reprises, revelaram factores de modernidade. Mas existiu outra razão para tal destaque. A que tem a ver com a escolha da transmissão automatizada (ou robotizada) de dupla embraiagem – DCT. O escalonamento das sete relações e a suavidade de funcionamento, interferem na facilidade e conforto da condução, que também concede o comando manual no sector sequencial. Ao apresentar a carrinha, a Hyundai complementa a escolha que contempla duas abordagens: a empresarial e destinadas aos empresários em nome individual.

 

 

Entre o equipamento as soluções de conectividade estão ao nível do que de mais moderno existe no sector

Ao nível do habitáculo, a carrinha conta com dois argumentos fortes: espaço e equipamento. Neste último e consoante versão, além do ABS+ESP, “airbags” dianteiros+laterais+cortina, podemos encontrar sistemas de conectividade de última geração, sistema de navegação com visor táctil de 8” e um conjunto de sistemas de segurança activa, como a travagem autónoma de emergência (AEB), alerta de fadiga do condutor (DAA), sistema de controlo automático dos máximos (HBA) e sistema de manutenção à faixa de rodagem (LKAS). Ainda no interior, demos conta que os coreanos deram prioridade à finalização, quando analisamos os materiais empregues, claramente distanciados da imagem, qualidade percebida e toque, de modelos como o Focus ou Mégane.

Por último mas não menos importante, em termos de volumetria, esta carrinha tem das melhores bagageiras, entre os 602 a 1.650 litros, mediante rebatimento dos assentos traseiros.

 

 

Com bons acessos e cotas de habitabilidade as i 30 podem, neste capítulo, ser consideradas sérias concorrentes, quando reportamos a duas referências no mercado. As mesmas quando comparamos alguns dados de carácter técnico. Num breve contacto ao volante com as carrinhas i 30, demos conta de que os consumos de combutível estão 5 a 10% acima dos conseguidos com as referências atrás apontadas (Focus e Mégane). No tocante ao comportamento dinâmico, as versões que conduzimos (1.6 CRDi e 1.4TGDi) deixaram muito boas impressões. Na Diesel, gostámos das acelerações e reprises, enquanto na gasolina, demos conta de uma agradável suavidade no rolamento, inosorização e a quase ausência de vibrações. No entanto, mesmo na versão a gasóleo, a filtragem da motorização é muito boa. E melhor do que a filtragem conseguida através das suspensões. Em pisos mais degradados, sente-se que as suspensões fazem um bom trabalho em termos dinâmicos, mas a taragem mola-amortecedor concede alguma firmeza no comportamento dinâmico. Uma nota final para o desempenho da transmissão automatizada DCT. Muito bem escalonada e com a possibilidade de ser utilizada em comando manual, a DCT enfatiza as potencialidades dos motores e contribui para o conforto de rolamento. E como prova de confiança, a marca propõe cinco anos de garantia.