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Renault_55387_global_enA inexistência de pedal de embraiagem no Twingo EDC (Efficient Dual Clutch) torna mais funcional, uma condução facilitada pela ligeireza e manobrabilidade.

 

Renault_54809_global_enFace ao anterior modelo, o Twingo cresceu. Passa um pouco os três metros e meio (3.595 mm) e ganhou mais duas portas. No interior, aumentou a habitabilidade e o número de funcionalidades, num automóvel que também ganhou nas personalizações. No entanto, parte da ligeireza deste automóvel com menos de 900 kg e 70 cv, e manobrabilidade que permite um diâmetro de viragem entre os 8,5 a 9,0 metros, tem a ver com a colocação do motor atrás. Como é evidente, esta mudança radical tem a ver com a sinergia entre as marcas francesa e alemã, mas o que é facto é que ao retirar peso da frente, se ganhou no diâmetro de viragem e facilidade na condução.

 

Renault_55398_global_enNa marca francesa, existem várias conjugações de transmissões automatizadas. A encontrada no Twingo é a mais simples de todas ou, por outras palavras, é suave na passagem das relações, sem atingir os níveis de refinamento de um Scénic ou Mégane. Face a estes, a resposta nas acelerações do Twingo é menos reactiva, enquanto as passagens entre relações exigem um pouco mais de suavidade no acelerador. Renault_55385_global_enEm trânsito urbano e ao fim de alguns quilómetros, a adaptação é fácil, tanto aos tempos de resposta do EDC, como na conjugação dos movimentos do acelerador nas passagens entre relações, em especial nas subidas. Este EDC permite ainda a actuação manual em pré-selecção, tornando a condução mais reactiva e os andamentos mais rápidos. Num breve contacto ao volante e utilizando E:N e circuitos urbanos, obtivémos 6,5 l/100 km à média de 29,2 km/h.